<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Dr. Carlos Bernardo Cola</title>
	<atom:link href="https://drcarlosbernardocola.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://drcarlosbernardocola.com.br</link>
	<description>Cirurgia Oncológica e Geral</description>
	<lastBuildDate>Mon, 25 Jul 2022 14:29:35 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://drcarlosbernardocola.com.br/wp-content/uploads/2021/09/cropped-favicon_drbernardo-32x32.jpg</url>
	<title>Dr. Carlos Bernardo Cola</title>
	<link>https://drcarlosbernardocola.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Tumor no intestino, o que preciso saber?</title>
		<link>https://drcarlosbernardocola.com.br/tumor-no-intestino-o-que-preciso-saber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Carlos Bernardo Cola]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 13:44:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drcarlosbernardocola.com.br/?p=3068</guid>

					<description><![CDATA[O que é um tumor no intestino ? Existem vários tipos de tumores intestinais, desde pólipos benignos e facilmente curáveis, até o câncer do intestino, mais comumente no intestino grosso (cólons e reto). Os pólipos surgem através do crescimento desordenado das células do revestimento intestinal interno (mucosa), podendo variar de pólipos hiperplásicos a pólipos adenomatosos, &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://drcarlosbernardocola.com.br/tumor-no-intestino-o-que-preciso-saber/"> <span class="screen-reader-text">Tumor no intestino, o que preciso saber?</span> Leia mais »</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><b>O que é um tumor no intestino ?</b></p>
<p class="p1">Existem vários tipos de tumores intestinais, desde pólipos benignos e facilmente curáveis, até o câncer do intestino, mais comumente no intestino grosso (cólons e reto). Os pólipos surgem através do crescimento desordenado das células do revestimento intestinal interno (mucosa), podendo variar de pólipos hiperplásicos a pólipos adenomatosos, esses sim com potencial variável para malignização. O adenocarcinoma colorretal (câncer de intestino grosso) é a terceira causa de morte por câncer no Brasil e no ocidente, relacionado<span class="Apple-converted-space">  </span>à baixa ingestão de fibras e alto consumo de gorduras saturadas e carboidratos simples, aliada à epidemia de sobrepeso, obesidade, sedentarismo e diabetes mellitus. As medidas de prevenção e o tratamento adequado e racional são fundamentais para o controle e cura desse tipo de câncer, que é o mais comum do aparelho digestivo.</p>
<p class="p1">A maioria (cerca de 90%) dos adenocarcinomas colorretais são esporádicos, estando relacionados a fatores ambientais e hábitos de vida, com uma incidência projetada no Brasil de 400.000 casos novos-ano (INCA 2021). Geralmente surge após a quinta década de vida, com tendência a redução dessa faixa etária, associado aos maus hábitos alimentares e sedentarismo inerentes à vida ocidental moderna.</p>
<p class="p1"><b>Todo tumor intestinal é câncer?</b></p>
<p class="p1">Não, muitos tumores intestinais correspondem a pólipos benignos (hiperplásicos, adenomas tubulares, vilosos ou tubulovilosos com displasia de baixo a moderado grau), tumores neuroendócrinos de baixo grau, lipomas, hamartmoas e etc. A realização dos exames adequados, orientada por um cirurgião oncológico experiente é fundamental para que tenhamos um diagnóstico de certeza e o melhor resultado possível.</p>
<p class="p1"><b>Há cura para câncer no intestino?</b></p>
<p class="p1">Sim, atualmente a maioria dos casos de câncer intestinal pode ser curada, sendo a cirurgia parte fundamental do tratamento.</p>
<p class="p1">Graças à evolução tecnológica, atualmente possuímos três alternativas para o tratamento cirúrgico do câncer colorretal, sendo elas as vias de acesso aberta (convencional), videolaparoscópica e robótica.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1">O prognóstico oncológico é determinado pelo estadiamento oncológico quando do diagnóstico do adenocarcinoma colorretal, pelo grau de diferenciação tumoral e pela radicalidade do tratamento oncológico cirúrgico, clínico e radioterápico (no caso do câncer retal avançado), sendo fundamental a realização de uma cirurgia radical, sem doença residual, independente da via de acesso.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p3">A mortalidade do adenocarcinoma colorretal encontra se em torno de 15 a 20% em 5 anos, tendo caído substancialmente na última década, às custas do surgimento de novos quimioterápicos e novos regimes terapêuticos oncológicos.</p>
<p class="p3"><b>Como devo realizar o meu tratamento de câncer do intestino?</b></p>
<p class="p3">O tratamento deve ser realizado por equipe cirúrgica experiente, com formação sólida em oncologia cirúrgica, com conhecimentos específicos a respeito de todas as alternativas terapêuticas, que incluem diversas técnicas cirúrgicas, vários esquemas de quimioterapia pré ou pós-operatória, uso de agentes imunobiológicos, uso de radioterapia em situações específicas e interação<span class="Apple-converted-space">  </span>e conhecimento multidisciplinar com oncologista clínico, radioterapeuta, nutricionista e fisioterapeuta.</p>
<p class="p3">Atualmente realizamos mais de 90% das nossas cirurgias colorretais por via minimamente invasiva (cirurgia laparoscópica ou robótica), obtendo os mesmos resultados oncológicos da cirurgia aberta (convencional) com menos dor pós-operatória, menor resposta inflamatória sistêmica e cicatrizes menores, por vezes quase imperceptíveis.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tumor no estômago, como me tratar?</title>
		<link>https://drcarlosbernardocola.com.br/tumor-no-estomago-como-me-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Carlos Bernardo Cola]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jul 2022 14:20:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drcarlosbernardocola.com.br/?p=3078</guid>

					<description><![CDATA[O que é um tumor no estômago ? Há vários tipos de tumores de estômago, desde pólipos benignos e facilmente curáveis, até o câncer gástrico. Os pólipos surgem através do crescimento desordenado das células do revestimento  interno do estômago (mucosa), podendo variar de pólipos hiperplásicos a pólipos adenomatosos, esses sim com potencial variável para malignização. &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://drcarlosbernardocola.com.br/tumor-no-estomago-como-me-tratar/"> <span class="screen-reader-text">Tumor no estômago, como me tratar?</span> Leia mais »</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><b>O que é um tumor no estômago ?</b></p>
<p class="p1">Há vários tipos de tumores de estômago, desde pólipos benignos e facilmente curáveis, até o câncer gástrico. Os pólipos surgem através do crescimento desordenado das células do revestimento<span class="Apple-converted-space">  </span>interno do estômago (mucosa), podendo variar de pólipos hiperplásicos a pólipos adenomatosos, esses sim com potencial variável para malignização. O adenocarcinoma gástrico (câncer de estômago) é o quarto câncer mais comum em homens (INCA 2021), relacionado<span class="Apple-converted-space">  </span>à alta ingestão de nitratos e nitratos (abundantes em alimentos defumados), baixa ingestão de fibras e alto consumo de gorduras saturadas e infecção crônica pela bactéria Helicobacter Pylori. As medidas de prevenção e o tratamento adequado e racional são fundamentais para o controle e cura desse<span class="Apple-converted-space">  </span>câncer.</p>
<p class="p1">A maioria (cerca de 90%) dos cânceres gástricos são esporádicos, estando relacionados a fatores ambientais e hábitos de vida.</p>
<p class="p1">Atenção especial especial deve ser dada aos tumores estromais gastrointestinais (GIST em inglês), cuja localização mais comum no trato digestivo é o estômago, que variam desde tumores pequenos, bem diferenciados e com baixo índice mitótico, até tumores avançados com grau e índice mitótico elevados. O tratamento de cada caso deve ser individualizado e conduzido por especialista experiente, capaz de selecionar a melhor forma de tratamento, sendo a cirurgia minimamente invasiva parte fundamental do tratamento.</p>
<p class="p1">O estômago é sítio frequente de tumores neuroendócrinos, desde<span class="Apple-converted-space">  </span>pequenos tumores de baixo grau, ressecáveis e curáveis por endoscopia, até tumores múltiplos ou com fatores de mau prognóstico, necessitando de gastrectomias radicais, com extensa retirada das cadeias de drenagem linfática, preferencialmente por cirurgia minimamente invasiva.</p>
<p class="p1"><b>Todo tumor gástrico é câncer?</b></p>
<p class="p1">Não, muitos tumores gástricos são pólipos benignos (hiperplásicos, adenomas tubulares, vilosos ou tubulovilosos com displasia de baixo a moderado grau), tumores neuroendócrinos de baixo grau,<span class="Apple-converted-space">  </span>pequenos tumores estromais gastrointestinais (GIST) de baixo grau, lipomas, hamartmoas e etc. A realização dos exames adequados, orientada por um médico ou cirurgião experiente é fundamental para que tenhamos um diagnóstico de certeza e o melhor resultado possível.</p>
<p class="p1"><b>Há cura para câncer no estômago?</b></p>
<p class="p1">Sim, atualmente a maioria dos casos de câncer gástrico até o estádio III pode ser curada, sendo a cirurgia parte fundamental do tratamento.</p>
<p class="p1">Graças à evolução tecnológica, atualmente possuímos três alternativas para o tratamento cirúrgico do câncer gástrico, sendo elas as vias de acesso aberta (convencional), videolaparoscópica e robótica.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1">O prognóstico oncológico é determinado pelo estadiamento oncológico quando do diagnóstico do câncer gástrico, pelo grau de diferenciação tumoral e pela radicalidade do tratamento oncológico, sendo fundamental a realização de uma cirurgia radical, sem doença residual, independente da via de acesso.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p4"><b>Como devo realizar o meu tratamento de câncer no estômago?</b></p>
<p class="p4">O tratamento deve ser realizado por equipe cirúrgica experiente, com formação sólida em oncologia cirúrgica, com conhecimentos específicos a respeito de todas as alternativas terapêuticas, que incluem diversas técnicas cirúrgicas, vários esquemas de quimioterapia pré ou pós-operatória, uso de agentes imunobiológicos, uso de radioterapia em situações específicas e interação multidisciplinar com oncologista clínico, radioterapeuta, nutricionista e fisioterapeuta.</p>
<p class="p4">Atualmente realizamos mais de 90% das nossas cirurgias gástricas por via minimamente invasiva (cirurgia laparoscópica ou robótica), obtendo os mesmos resultados oncológicos da cirurgia aberta (convencional) com menos dor pós-operatória, menor resposta inflamatória sistêmica e cicatrizes menores, por vezes quase imperceptíveis.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tumor no pâncreas, o que fazer?</title>
		<link>https://drcarlosbernardocola.com.br/tumor-no-pancreas-o-que-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Carlos Bernardo Cola]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jul 2022 14:25:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drcarlosbernardocola.com.br/?p=3080</guid>

					<description><![CDATA[Quais são os tumores de pâncreas mais comuns ? Os tumores pancreáticos podem ser císticos ou sólidos, tendo abordagem e tratamento diferentes. Os cistos pancreáticos podem ser benignos (pseudocistos por exemplo), necessitando apenas de observação ou mesmo de intervenção cirúrgica ou endoscópica (pseudocistos sintomáticos, maiores que 5-7cm), ter comportamento benigno podendo ser observados (cistoadenoma serosos &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://drcarlosbernardocola.com.br/tumor-no-pancreas-o-que-fazer/"> <span class="screen-reader-text">Tumor no pâncreas, o que fazer?</span> Leia mais »</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><b>Quais são os tumores de pâncreas mais comuns ?</b></p>
<p class="p1">Os tumores pancreáticos podem ser císticos ou sólidos, tendo abordagem e tratamento diferentes. Os cistos pancreáticos podem ser benignos (pseudocistos por exemplo), necessitando apenas de observação ou mesmo de intervenção cirúrgica ou endoscópica (pseudocistos sintomáticos, maiores que 5-7cm), ter comportamento benigno podendo ser observados (cistoadenoma serosos típicos, por exemplo) ou ter indicação formal para tratamento cirúrgico (cistoadenomas mucinosos, neoplasia mucinosa papilar intraductal com critérios preocupantes, etc) . Dos tumores sólidos o adenocarcinoma pancreático (câncer de pâncreas) é o mais comum, relacionado<span class="Apple-converted-space">  </span>a obesidade, diabetes mellitus 2, resistência insulínica periférica, tabagismo, etilismo, baixa ingestão de fibras, alto consumo de gorduras saturadas e carboidratos simples. As medidas de prevenção e o tratamento adequado e racional são fundamentais para o controle e cura desse tipo de câncer. Os tumores neuroendócrinos pancreáticos são o segundo tipo mais comum de tumores sólidos, variando de pequenos tumores neuroendócrinos de baixo grau, com indicação de seguimento por ecoendoscopia e exames de imagem, a tumores de alto grau, com indicação de cirurgia radical. A avaliação dedicada de um especialista é fundamental para definição do plano terapêutico a ser seguido.</p>
<p class="p1"><b>Todo tumor pancreático deve ser operado?</b></p>
<p class="p1">Não, muitos tumores pancreáticos não devem ser operados, seja por representarem tumores claramente benignos, facilmente acompanhados por exames de imagem e ecoendoscopia ou<span class="Apple-converted-space">  </span>por se tratarem de lesões malignas avançadas, claramente sem benefícios ou indicação para tratamento cirúrgico. A realização dos exames adequados, orientada por um<span class="Apple-converted-space">  </span>cirurgião oncológico experiente é fundamental para que tenhamos um diagnóstico de certeza e o melhor resultado possível.</p>
<p class="p1"><b>Há cura para os tumores pancreáticos?</b></p>
<p class="p1">Sim, atualmente<span class="Apple-converted-space">  </span>parte dos casos pode ser curada, sendo a cirurgia parte fundamental dos casos onde o tratamento curativo é possível.</p>
<p class="p1">O prognóstico oncológico é determinado pelo estadiamento oncológico quando do diagnóstico, pelo tipo de tumor,<span class="Apple-converted-space">  </span>grau de diferenciação tumoral e pela radicalidade do tratamento oncológico cirúrgico, clínico e radioterápico (quando necessário e indicado por especialista), sendo fundamental a realização de uma cirurgia radical, sem doença residual, independente da via de acesso.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p3">Infelizmente a<span class="Apple-converted-space">  </span>mortalidade do adenocarcinoma pancreático ainda é muito alta, com apenas 15 a 20% de pacientes vivos e sem evidência de doença em 5 anos, apesar do<span class="Apple-converted-space">  </span>surgimento de novos quimioterápicos e novos regimes terapêuticos oncológicos.</p>
<p class="p3"><b>Como devo realizar o meu tratamento de tumor pancreático ?</b></p>
<p class="p3">O tratamento deve ser realizado por equipe cirúrgica experiente, com formação sólida em oncologia cirúrgica, conhecimentos específicos a respeito de todas as alternativas terapêuticas, que incluem diversas técnicas cirúrgicas, vários esquemas de quimioterapia pré ou pós-operatória, uso de agentes imunobiológicos, uso de radioterapia em situações específicas e interação multidisciplinar com oncologista clínico, radioterapeuta, nutricionista e fisioterapeuta.</p>
<p class="p3">Atualmente realizamos as cirurgias pancreáticas por via minimamente invasiva (cirurgia laparoscópica ou robótica) ou videoassistida, na maioria dos casos, obtendo os mesmos resultados oncológicos da cirurgia aberta (convencional) com menos dor pós-operatória, menor resposta inflamatória sistêmica e cicatrizes menores.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tumor no esôfago, o que preciso fazer?</title>
		<link>https://drcarlosbernardocola.com.br/tumor-no-esofago-o-que-preciso-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Carlos Bernardo Cola]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2022 14:27:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drcarlosbernardocola.com.br/?p=3082</guid>

					<description><![CDATA[Quais são os tumores mais comuns do esôfago ? Infelizmente os tipos mais comuns de tumores do esôfago são malignos, representados pelo adenocarcinoma e carcinoma escamoso ou epidermóide. O adenocarcinoma já é o tipo histológico mais comum nos países ocidentais desenvolvidos, estreitamente relacionado à esofagite crônica secundária à doença do refluxo gastroesofageano e à presença &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://drcarlosbernardocola.com.br/tumor-no-esofago-o-que-preciso-fazer/"> <span class="screen-reader-text">Tumor no esôfago, o que preciso fazer?</span> Leia mais »</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><b>Quais são os tumores mais comuns do esôfago ?</b></p>
<p class="p1">Infelizmente os tipos mais comuns de tumores do esôfago são malignos, representados pelo adenocarcinoma e carcinoma escamoso ou epidermóide. O adenocarcinoma já é o tipo histológico mais comum nos países ocidentais desenvolvidos, estreitamente relacionado à esofagite crônica secundária à doença do refluxo gastroesofageano e à presença de esôfago de Barret (metaplasia intestinal, onde ocorre substituição do epitélio estratificado esofageano pelo epitélio cilíndrico intestinal, com graus progressivos de displasia), alem de outros fatores como tabagismo, etilismo, obesidade e diabetes. O carcinoma epidermóide está estreitamente relacionado ao tabagismo, etilismo, má higiene oral e desnutrição. Há também tumores esofageanos mais raros como leiomiomas, GIST, sarcomas e outros, que devem ter seu tratamento individualizado pelo especialista.</p>
<p class="p2"><span class="Apple-converted-space"> </span><b>Todo tumor do esôfago é câncer?</b></p>
<p class="p1">Não, mas a maioria deles é, sendo fundamental que o caso seja conduzido por cirurgião especializado no tratamento do câncer do esôfago desde o início. A realização dos exames adequados, é fundamental para que tenhamos um diagnóstico de certeza e o melhor resultado possível.</p>
<p class="p1"><b>Há cura para câncer do esôfago?</b></p>
<p class="p1">Sim, atualmente a maioria dos casos de câncer esofageano diagnosticada até o estádio III pode ser curada, através de<span class="Apple-converted-space">  </span>modernos esquemas combinados, incluindo quimioterapia e/ou radioterapia, sendo a cirurgia parte fundamental do tratamento (podendo ser usada isoladamente nos casos mais precoces).</p>
<p class="p1">Graças à evolução tecnológica, atualmente possuímos três alternativas para o tratamento cirúrgico do câncer esofageano, sendo elas as vias de acesso aberta (convencional), videolaparoscópica e robótica. <span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1">A cirurgia minimamente invasiva (videolaparoscópica ou robótica) é a nossa primeira escolha atualmente, com menos dor pós-operatória, menor resposta inflamatória sistêmica e cicatrizes menores, por vezes quase imperceptíveis. A<span class="Apple-converted-space">  </span>cirurgia convencional é utilizada apenas em<span class="Apple-converted-space">  </span>situações excepcionais.</p>
<p class="p1">O prognóstico oncológico é determinado pelo estadiamento oncológico quando do diagnóstico do câncer esofageano, pelo grau de diferenciação tumoral e pela radicalidade do tratamento oncológico, sendo fundamental a realização de uma cirurgia radical, sem doença residual, independente da via de acesso.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p4"><b>Como devo realizar o meu tratamento de câncer do esôfago?</b></p>
<p class="p4">O tratamento deve ser realizado por equipe cirúrgica experiente, com formação sólida em oncologia cirúrgica, experiência comprovada no tratamento cirúrgico do câncer do esôfago, com conhecimentos específicos a respeito de todas as alternativas de tratamento que incluem diversas técnicas cirúrgicas, vários esquemas de quimioterapia pré ou pós-operatória, uso de agentes imunobiológicos, uso de radioterapia em situações específicas e interação multidisciplinar com oncologista clínico, radioterapeuta, nutricionista e fisioterapeuta.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
